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Trüe Damage

A Vila Do Demónio

4 posts in this topic

Boas malta vim aqui postar um texto se tiverem paciência para ler. O meu stor de Português pediu para fazer um texto à nossa descrição e vinha pedir os vossos elogios e críticas :P

 

A VILA DO DEMÓNIO
 
Numa tarde uma família de duas meninas que vivam com a mãe e tinham um animal de estimação que era um cão que viviam na cidade mudaram-se para o campo. 
 
Nas mudanças a família estava muito feliz por estarem numa casa nova então a mãe nas arrumações, as crianças na rua a brincar com o cão então apareceu um vizinho da vila que ficava ali perto foi-lhes dar as boas-vindas, a família agradeceu. 
 
O senhor ao ir-se embora havia estava-se a sentir observado então olhou para trás mas como não viu nada continuou. 
 
Chegou à hora de jantar e a mãe foi chamar as meninas “meninas venham para dentro vamos jantar”, as meninas entraram e o cão começou a ladrar e não souberam o porque então trouxeram-no também para dentro. 
 
E a família sempre antes de comer reza a Deus para que lhes dê a sua Bênção, e depois do jantar a filha mais velha chamava-se de Patrícia que tinha 16 anos foi para o quarto ouvir música, e a mãe Débora foi brincar com a filha mais nova chamada Mafalda com 7 anos foram então brincar às escondidas então a menina ao correr no corredor encontrou um porta que dava para o sótão, então ela na curiosidade entrou e desceu escondendo-se atrás de um móvel antigo para a mãe não a encontrar. 
 
A mãe à procura dela pela casa toda começou achar um pouco estranho de não a encontrar então ela foi até ao quarto das meninas ver se ela está lá escondida, a mãe perguntou à Patrícia “-Viste a tua irmã?”, a Patrícia respondeu “-Não.” Quando cai alguma coisa no chão do sótão e a Mafalda começa a gritar de medo pela mãe e o cão começa a ladrar para lá, a mãe e a filha mais velha aflitas começam a correr para baixo e entram para o sótão porque viram o cão a ladrar para lá. 
 
Elas entram e cai outra coisa elas muito assustadas e a filha mais nova a chorar pegam nela e correr para cima, e entretanto o cão continua a ladrar e elas acharam as coisas muito estranhas, a mãe avisa a filha que não a quer ali, entretanto o cão cala-se. 
 
Então foram ver televisão para a sala ainda um pouco sobressaltadas, estavam a ver uns bonecos então começaram-se a rir e um pouco tempo depois o cão Fluppy começa a ladrar, a mãe vai-lhe por lá foram para não fazer barulho e foi deitar-se para a sua casinha. 
Na hora de ir dormir a mãe vai deitar as meninas dá-lhes o beijo de boa noite e despedem-se. 
 
Na manhã seguinte comem o pequeno almoço vão até a vila que era ali perto conhecer então a mãe comprou um brinquedo para a filha que tinha um espelho por dentro, que fazia música. 
 
Quase a chegar a casa notaram que o Fluppy estava a ladrar para a casa e então elas foram ter com o cão para ver se o acalmavam, a mãe e a filha mais nova foram fazer o almoço em quanto a rapariga mais nova foi brincar com o boneco novo para o quarto e começa a falar no espelho do brinquedo, a mãe vai chama-la para ir almoçar e dá-se contar antes de entrar no quarto que a filha estava a falar mas não sabia com quem então, entra devagar e silenciosamente e pergunta “-Filha com quem falas?”, a filha responde-lhe “Com o meu amigo”, a mãe pensando deve ser tudo da imaginação dela e perguntou-lhe “-Filha como se chama o teu amigo?”, a filha responde “-Samael” a mãe diz “-Está bem filha, vamos almoçar.” A filha despede-se do seu amigo. 
 
E a mãe não sabia que Samael é um demónio das travas. E antes do almoço elas rezam a Deus, comem e vão brincar. Chega à hora do jantar rezam a Deus e comem, vêm televisão como o habitual, vão dormir e a mãe despede-se das filhas. 
Na manhã seguinte tomam o pequeno almoço e quando saem de casa, a mãe e a filha mais velha olham para a casita do cão e vêm sangue a mãe ordenou à filha mais velha para tapar os olhos a irmã e vai espreitar, e vê o cão morto liga para a polícia. 
 
A polícia chegam ao local e vão ver o caso e notam que o cão tem os lábios cozidos um ao outro, e com sangue por baixo dos olhos, nariz e boca. 
 
A polícia tira fotos examina o local e não deteta nenhuma pegada, então limpam tudo, então o agente falou à mãe das meninas que iam investigar sobre o caso, a mãe agradeceu-lhes pela atenção e ajuda. 
 
A família foi jantar um pouco assustada com o sucedido e fizeram a mesma rotina de todas as noites. 
Quando o seu vizinho durante a noite foi visita-las algo aconteceu quando estava quase a chegar sentiu uma presença nas suas costas e de repente salta um cão e ele começa a fugir quando se dá conta ao chegar a um lago que ele nunca tinha visto ele para e o cão chegando ao pé dele a rosnar, transforma-se num demónio o Samael, ele falou vais morrer a boca do vizinho coze-se com os lábios e começa a sangrar, desmaia e cai no lago. 
 
A mulher do vizinho a meio da noite acorda sobressaltada e telefona à polícia e vão à procura deles, longas horas de procura lá o encontraram mas já morto e molhado mas a polícia e a mulher questionaram-se de como ele tava todo molhado se não havia lá água. 
No dia seguinte na vila a notícia foi trágica. 
 
Quando a família vai à cidade todos lhe começam a olhar de lado e começam a expulsa-las da vila elas sem saberem o porque vão se embora. 
Chega à noite e o Samael vagueando por casa entra no corpo da Mafalda e vai até à cidade. E entra na igreja e toca os sinos todos alarmados, juntaram-se no centro da vila e foram até à igreja ver quem estava a tocar, quando entram deparam-se com a menina com os olhos todos pretos, eles tentam matar a menina de repente começa a sair um fumo negro por volta dela e ficaram iguais ao cão e ao vizinho. 
Ela volta para casa possuída vai dormir. E na manhã seguinte a família a dormir a Força Especial entra dentro de casa junta a mãe e as filhas atadas, perguntam-lhes o que tinham feito nas cidade elas surpresas não sabiam o que se tinha passado à cidade então levaram-nas para a esquadra polícia. 
 
Todos a falarem que elas poderiam estar possuídas por um demónio, então decidiram torturar a mãe levaram-na para uma sala à parte e começaram, as meninas trancadas começam a ouvir, a mãe delas gritando de dor, começam a chorar e os policiais a mandarem-nas calar-se. 
Passado uma hora a tortura acaba e levam a mãe para perto das filhas toda mal tratada sem unhas, sem muito cabelo, com a cara toda arrebentada, elas tentam ajudar a mãe mas ela quase em coma. 
 
Chega à noite e a Mafalda diz à mãe e irmã estou-me a sentir mal, de repente fica com os olhos pretos e com o fumo negro em volta dela, parte a cela ao caminhar e mata todos o homens da esquadra. 
Vai ter com a mãe e a irmã vê-as a chorar abraça-as chorando. A partir desse dia nunca mais ninguém entrou na vila e ficou conhecida como a VILA DO DEMÓNIO.
 
Samael é o demónio relacionado com a morte. A consorte deste demónio é Lilith,  rainha do palácio do inferno e a mãe de todos os demónios. Samael esta também relacionado com os pecados da ira e da violência, ao passo que concede o poder da pratica da magia negra.
 
 
Trabalho feito por: Diogo Belela
27/09/2016

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Olá,

 

Estive a ler o teu texto e tens de melhor algumas coisas, apesar disso, gostei.

Não leves a mal mas copiei os 4 primeiros paragrafos e "corrigi" (digo corrigir mas também posso ter erros). Espero que não leves a mal. Usei vermelho e sublinhei. O que está entre ( ) parênteses foi o que decidi alterar. Não corrigi tudo nestes paragrafos.

Espero que não leves a mal, não te estou a "rebaixar" ou algo do gênero.

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Numa tarde uma família de duas meninas que vivam com a mãe e o seu cão de estimação (tinham um animal de estimação que era um cão), mudaram-se para o campo. [tenta explicar o porquê de elas se mudarem da cidade para o campo] (que viviam na cidade mudaram-se para o campo.)

 

Nas mudanças a família estava muito feliz por estarem numa casa nova. (então) A mãe nas arrumações, as crianças na rua a brincar com o cão então apareceu um vizinho da vila que ficava ali perto foi-lhes dar as boas-vindas, a família agradeceu. <- tenta melhor esta parte. Está um bocado confusa.

 

O senhor ao ir-se embora (havia) estava-se a sentir observado, (então) olhou para trás mas como não viu nada continuou. 

 

Chegou à hora de jantar e a mãe foi chamar as meninas “meninas venham para dentro vamos jantar”, as meninas entraram e o cão começou a ladrar, não sabiam a razão pela qual o cão estaria a ter aquele comportamento, (e não souberam o porque) então trouxeram-no também para dentro. 

 

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ૐ ☠ ☢ †Фჯﭑ© ☢ ☠ ૐ, on 27 Sept 2016 - 23:40, said:

ૐ ☠ ☢ †Фჯﭑ© ☢ ☠ ૐ, on 27 Sept 2016 - 23:40, said:

1) Elas entram e cai outra coisa elas muito assustadas e a filha mais nova a chorar pegam nela e correr para cima, e entretanto o cão continua a ladrar e elas acharam as coisas muito estranhas, a mãe avisa a filha que não a quer ali, entretanto o cão cala-se.

2) A polícia chegam ao local e vão ver o caso e notam que o cão tem os lábios cozidos um ao outro, e com sangue por baixo dos olhos, nariz e boca.

3) A polícia tira fotos examina o local e não deteta nenhuma pegada, então limpam tudo, então o agente falou à mãe das meninas que iam investigar sobre o caso, a mãe agradeceu-lhes pela atenção e ajuda.

Alguns exemplos de erros e as respectivas correcções (alguns são alterações pessoais):

1) Entram* e cai outra coisa. Elas muito assustadas e a filha mais nova a chorar, pegam nela e correm para cima**. Entretanto, com o cão a ladrar continuamente, elas acham as coisas muito estranhas e a mãe avisa a filha que não a quer ali. O cão cala-se.

*Entram onde? Deves especificar o lugar.

**Para cima de quê? Deves especificar o contexto.

2) A polícia chegando ao local para averiguar o caso, nota que o cão tem os lábios cozidos um ao outro, com sangue por baixo dos olhos, do nariz e da boca.

Policia é só uma, não é plural. "policia chegam" ou "policia vão" não existe, escreve-se "policia chega" ou "policia vai".

Atenção aos tempos verbais.

3) "A polícia tira fotos examina o local e não deteta nenhuma pegada, então limpam tudo, então o agente falou à mãe das meninas que iam investigar sobre o caso, a mãe agradeceu-lhes pela atenção e ajuda."

A policia fotografa e examina o local mas não detecta nenhuma pegada acabando por limpar o local. Após isso, o agente dirige-se à mãe das meninas afirmando que ia investigar o caso. A mãe agradeceu-lhes pela ajuda.

"então limpam tudo, então o agente" Nunca escrevas ou digas a palavra "então" num teste ou numa apresentação formal ainda por cima repetida. Essa palavra é muito informal.

Geralmente agradece-se ou pela atenção ou pela ajuda. Hoje em dia ninguém diz "Obrigado pela sua atenção e ajuda." Ou um ou outro para ser sucinto. Um agradecimento é um agradecimento.

Usa mais virgulas e pontos finais. Da mesma forma que precisas de respirar as frases também precisam de pausas se não morres a ler.

Atenção aos verbos e aos plurais.

Tenta evitar repetições de palavras, resume o que pode ser resumido mas não resumas aquilo que precisa de informação especifica para o leitor perceber a história.

A história lembra-me um filme de terror, não tenho nada a apontar mas acho que é um pouco sádica se for para ler aos colegas.

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